quarta-feira, novembro 26, 2014

Tarte de Maçã e canela - Rapida e sem glúten

Ontem fiz tarte de maçã.
A tarte perfeita para mim. Porquê? 
Porque não gosto de complicar, porque adoro pratos simples e rápidos mas concentrados de sabor e de qualidade. 
Esta é, de facto, a tarte perfeita, não tem massa quebrada, não temos de amassar ou estender massa....o que, desde logo, nos facilita la vita! E não precisa fica otima e linda assim com este ar tosco ;) e em 30 minutos! 

Na verdade já a faço há muito, não sei porque nunca a postei aqui no blog. 
O cheiro a maçã e canela é delicioso, invade-nos a sala sem pedir licença, e eu... não me importo nada. Mesmo!







Sirvam-na quente acompanhada de uma bola de gelado e vão-se render! Não tenho duvidas!


O que vamos precisar:
4 a 5 maçãs 
Para a mistura seca
1 chávena de chá de farinha sem gluten (usei Doves Farm)
1 colher de sopa de canela
1 chávena de chá de açucar mascavado
Para a mistura liquida
1 chávena de chá de leite 
1 ovo inteiro 
1 colher de sopa de manteiga

Mãos na massa:
Pré aquecer o forno a 180ºC.

Cortar as maçãs ás fatias, sem casca. Quanto mais fininhas melhor.
Num recipiente misturar todos os ingredientes secos. E num outro recipiente os líquidos. Reservar.
Numa tarteira, sem fundo amovível, colocar em camadas alternadas a mistura seca e as maçãs fatiadas, terminando com maçã.
Quando tudo estiver pronto (imagem 2) por cima verter, com cuidado, a mistura liquida sobre a tarte.

Levar ao forno entre 30 a 40 minutos. Para confirmar que está cozido fazer o teste do palito.

Bom apetite
*Bj sem espiga

segunda-feira, novembro 24, 2014

Por cá já cheira a Natal

Para alguns ainda é cedo. Para outros já começa a cheirar a Natal - eu incluída! 

A lareira acesa, as meias e as mantas quentes de fim de semana,  a família a chegar, o presépio, o presente mais bonito que é escolhido/preparado com amor, as receitas mais saborosas, as luzes e os primeiros enfeites na rua já me fazem sonhar com o mês, que para mim, é o mais especial, mágico e aconchegante...

Este ano chamámos o Natal mais cedo, nem esperámos por Dezembro para  fazer a árvore de Natal. Foi mesmo este domingo, dia frio e cizento que aproveitámos a visita de uma estrelinha especial, que nos veio ajudar a decorar a árvore mais linda de todos os Natais!!

Um domingo bem passado e muito bonito, cheio de amor e muita brincadeira à mistura.



O presépio? Continuo à procura do mais bonito para colocar junto da nossa árvore de Natal.


quinta-feira, novembro 20, 2014

Pizza sem farinha para o jantar

E porque o mais-que-tudo resolveu alterar os planos à ultima da hora, assim sem mais nem menos, e já que não vamos ao cinema...veio o cinema até cá!

O filme acompanhou a Pizza no sofá, lareira acesa e pipocas claro! É que finalmente temos tV por cabo, na casa nova, e o Kit de pipocas não pára de olhar para mim há uma semana.
Mas não é de cinema nem de pipocas que vos falo hoje, mas sim desta pizza bem diferente. 

A embalagem, de couve flor, perdida no frigorífico fez-me lembrar do que já queria experimentar há muito. E perguntam vocês o que é que couve flor tem a ver com pizza? TUDO, respondo eu!!

Esta base não leva farinha, é feita com couve flor. Fica bem saborosa, tem menos calorias, sai mais económica e é  muito fácil de fazer, ora vejam como fiz:




Para a base vamos precisar de:
1 ovo
1 cabeça de couve flor
1 embalagem de queijo mozarela
Alho, sal, pimenta e oregãos ao v. gosto




Mãos na massa:


Num misturador colocar a mozarela e reduzi la a "pasta". Reservar.
Fazer o mesmo com a couve flor.
Juntar as duas pastas no misturador e adicionar o ovo batido.Temperar ao V. gosto e voltar a misturar mais um pouco, até que resulta numa pasta homogénea.

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Num tabuleiro redondo que possa ir ao forno, sobre uma folha de alumínio, dispor a mistura e ajeitar aos poucos, com a ajuda de uma espátula, ou mesmo as mãos, dando a forma de pizza. Picar com um garfo e levar ao forno, até que fique douradinha.
Retirar do forno e rechear a gosto.

O meu recheio foi o mais simples:base de tomate, muuuito orégão, queijo, cogumelos portobelo que adoro, fiambre e rodelas de tomate por cima.

Uma boa dica para quem quer uma pizza em três tempos.

*Bj sem espiga


segunda-feira, novembro 17, 2014

Bolachas, sem gluten, de abóbora e nutella

O fim de semana não convidou a sair...ficámos por casa e soube-nos pela vida! Cheirou-nos finalmente a inverno!!
Calçar umas meias quentes, acender a lareira nova, ter o meu chá preferido por perto e os mimos de fim de semana que me recarregam baterias. Tão simples!Tão bom!

Só faltava mesmo uma coisa, para ser perfeito, perfeito! Que as bolachas que vi aqui voassem de dentro do ecrã para o meu frasco - vazio! hummm.... nã!!!

A vontade que tinha de experimentá-las fizeram-me saltar rapidamente para a cozinha e adaptar a receita, para nós, celíacos, que retirei do blog ambitious kitchen! 

O resultado não podia ser melhor, a massa trabalha-se bem, não fica pegajosa, a textura fica bem crocante e o sabor é ótimo! Fazem lembrar as bolachas americanas, só me arrependo de não as ter feito em tamanho XXL!! Da próxima não me esqueço.

Por dentro têm recheio de nutella, mas é opção. Podem optar por não rechear, ficando até mais fáceis de fazer e menos calóricas. 

Deixo-vos a receita. Depois contem-nos como correu?









O que vamos precisar:

1 Chávena de manteiga ou margarina se preferirem
1/2  Chávena de açúcar mascavado
1 clara de ovo 
1/4 Chávena de puré de abóbora
1 +1/2 Chávena de farinha sem glúten (usei Doves farm)
1/4 colher de chá de sal
1  colher de chá de canela
1/4 colher de chá de gengibre em pó
1/2 colher de chá de fermento
1 frasco de nutella
1 embalagem de pepitas de chocolate sem glúten (usei da marca Sweet William à venda nas lojas Celeiro)

Mãos na massa:
Cozer a abóbora e reduzi-la a puré.

Numa frigideira derreter a manteiga. Deixar arrefecer um pouco e adicionar ao açúcar. Misturar muito bem. Juntar a clara do ovo (só a clara) e o puré de abóbora e continuar a mexer com a ajuda de uma colher de pau (não usei batedeira).

Num recipiente à parte juntar a farinha, o fermento, as especiarias e o sal. Adicionar aos poucos a mistura seca e incorporar lentamente na mistura anterior, liquida. 
Por fim adicionar as pepitas ao vosso gosto.

Envolver a massa em película aderente e levar ao frio entre 30-60 minutos.

Pré-aquecer o forno a 180ºC.
Revestir um tabuleiro de ir ao forno com uma folha de papel vegetal.

Com a ajuda de uma colher retirar pequenas porções de massa. Fazer bolinhas e achatar, conforme imagem. Quando achatada colocar uma colherzinha de nutella e fechar novamente em forma de bolinha. Colocar em cima do tabuleiro, revestido com papel vegetal, e pressionar ligeiramente, para o chocolate não sair e de modo a dar a forma de bolacha. Repetir o processo até a massa acabar.

Levar ao forno e deixar entre 15-20 minutos - depende do tipo de forno, da espessura das V. bolachas  e do gosto de cada um - por isso vão controlando enquanto estão no forno.


Boas bolachinas 
*Bj sem espiga

quinta-feira, novembro 13, 2014

Uma frase que me deixou a pensar


O amor acontece quando desistimos de ser perfeitos
                                                                               |Pedro Chagas Freitas

El amor te hace flotar... pero el hilo te sostiene para que puedas amar.



quarta-feira, novembro 12, 2014

Fruto da tua imaginação

Já diz a Somersby.

Quis a minha imaginação que os wraps virassem piza fechada de beringela e cogumelos e claro muitos oregãos, tomate e queijo. 
Não sobrou nada!!! Fica a foto.


   



terça-feira, novembro 11, 2014

Resolver o que nos faz mal - é o lema de hoje!

Acreditar em nós, mais do que naquilo que os outros pensam de nós. Não ter medo de mudar a nossa história, o sentido da nossa história, a direcção, o meio e o fim. Não há nada mais libertador do que mudar o meio e o fim da nossa história.
Conjugar esforços. Fazer escolhas. Decidir aquilo que gostamos e que nos aproxima mais de quem somos. Resolver o que nos faz mal. Arrumar aquilo que não queremos viver.  

Simplicidade, é nela que se encontra o essencial.

verdade

Este texto não é meu mas podia ser!
Roubei-o descaradamente daqui.