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terça-feira, novembro 29, 2016

Tapioca Oca

Este fim de semana fomos conhecer o Tapioca Oca. Situa-se em Lisboa, Santos, e lá podemos encontrar refeições e/ou lanches sem glúten.

Assim que entramos o espaço é muito pequenino mas tão amoroso e acolhedor que dá vontade de ficar. Todos os cantinhos são aproveitados para ter um miminho ou um aconchego.O cheirinho bom dos recheios de doce de leite e chocolate que se mistura com o cheirinho bom das crepiocas, faz-nos querer pedir mais delicias desta casa, uma atrás da outra. 

O atendimento é super agradável e atencioso e repara-se que é tudo feito com muito amor.


A rainha da casa é a tapioca, a partir daqui escolhemos a base da nossa refeição:  simples só tapioca ou crepioca - tapioca+ovo. 
Os recheios podem ser os mais variados desde salgados ou doces é só escolherem, preparem-se que a escolha não é fácil.


Para além disto têm ainda os sumos naturais, deliciosos. O pão de queijo, as paçocas e as saladas têm ótimo aspeto também. 

 

Decidimos escolher uma crepioca como base de uma piza de frango e como sobremesa  uma tapioca de doce de leite. Gostámos BASTANTE da crepioca, a massa em si é muito bem feita, e vem muito bem recheada.

A tapioca, ele adoro-a já eu achei-a muito doce, mas culpa minha quem me mandou ser gulosa e escolher este recheio ehehehe 


Para beber escolhemos o sumo de melancia e beterraba, otimo também. 
Para acompanhar o café, pedimos uma paçoca.


Gostámos de conhecer a Tapioca Oca. 

segunda-feira, outubro 31, 2016

Tapioca doce (sem glúten)

Fazer ou não fazer tapioca? 
Já por várias vezes faço este doce cá em casa e a maior parte das vezes surpreende pela sua textura. As bolinhas doces que parecem de gelatina e que dançam na nossa boca!!
Já aqui tinha publicado uma receita de tapioca doce mas desta vez fiz de uma maneira diferente. E como é noite de Halloween demos-lhe uma cara de terror!!!


O que vamos precisar:

100 gr gr de tapioca (da marca Globo, à venda no Continente, Jumbo ou Pingo Doce)
150 gr de açúcar mascavado
0,5l de leite  
2 ovos
canela q.b.

Mãos na massa:

1) Colocar a tapioca num recipiente e cobri-la com água. Se absorver toda a agua voltem a colocar mais e assim sucessivamente, até ficar totalmente saturada  e não consiga absorver mais. Assim vai dobrar o volume.
Fiz este processo uma ou duas horas antes, mas podem deixar de um dia para o outro.

2) Colocar o leite ao lume, quando quente deitar a tapioca demolhada e mexer. Deixar incorporar e quando tenha absorvido o leite juntem-lhe o açúcar. Mexer, sempre para não deixar agarrar, tal e qual como se estivessem a fazer arroz doce. Deixar ferver sem agarrar, para que a tapioca coza.

3) Quando deitar goma e estiver cozida, apaguem o lume e deixem arrefecer um pouco. 
Batam as duas gemas com um pouquinho de leite e vertam na tapioca mas, cuidado não parem de mexer para não cozer as gemas. Voltem a ligar o lume, e sem parar de mexer, deixar cozer mais um pouco, até começar a ferver. 
Apaguem o lume e reservem. 

4) Bater as claras em castelo, e com o lume baixo incorporá-las envolvendo bem, até que fique um creme homogéneo e bem volumoso. A tapioca está pronta a servir, depois de a polvilharem com canela a gosto. Uma maravilha.

Bom apetite 
*bj sem espiga

terça-feira, abril 19, 2016

Delicia queimada de tapioca



Querem surpreender com uma sobremesa diferente? Apresento-vos a tapioca, tcharam!!

A tapioca é hoje um dos símbolos mais tradicionais da cozinha brasileira, sendo geralmente cozinhada na frigideira e acabando no prato sob a forma de crepe, doce ou salgado, ou sob a forma de pizza. Pois é, a tapioca quando largada e espalhada numa frigideira, coagula com o calor e vira crepe, aliás já falei aqui destas mini pizas

Para quem não sabe a tapioca é um produto granulado que se obtém através da transformação da fécula de mandioca em goma. Dizem ser um ótimo substituto do pão, o que para nós celiacos é mais uma opção livre de gluten, sal e gordura.

Muitos nutricionistas dizem ser um bom “combustível para quem pratica exercício”. Sendo rapidamente absorvida pelo corpo humano após o esforço físico, é uma excelente alternativa às refeições, antes e depois do treino. Logo após o exercício repõe as energias bem depressa!

Mas a receita que vos trago hoje é bem diferente daquilo que estou habituada a fazer com a a tapioca. Já que se revela tão versátil, porque não fazer um doce, em forma de bolinhas transparentes, que faz lembrar à primeira vista um leite creme e quando se prova um arroz doce?

Esta receita surpreendeu-me e surpreende quem a prova. Cá em casa é sempre um sucesso. Super simples de fazer, como se estivéssemos a fazer uma papa de aveia ou uma Maizena, económica e muitooooooooooo saborosa. Deliciem-se...

O que vamos precisar:
150 gr de tapioca
100 gr de açúcar
1/4 de leite  
2 gemas (opção)
1 pitada de sal 
1 pau de canela
1 colher de café de essência de baunilha (opção)
1 casquinha de limão (opção)


Mãos na massa:

1) Colocar 150 gr de tapioca num recipiente e cubram-na de agua. Se absorver toda a agua voltem a colocar mais e assim sucessivamente, até ficar totalmente saturada de agua e não consiga absorver mais. 
Este processo podem-no fazer de um dia para o outro ou duas horas antes de fazerem a vossa tapioca. Depois de ter absovido toda a agua - ficará com o dobro do volume.

2) Depois de demolhada, vou chamar-lhe assim, colocar ao lume o leite com a pitada de sal e o pau de canela e quem quiser a casquinha de limão (não usei). quando quente deitar a tapioca demolhada e mexer. Deixar incorporar e quando estiver a borbulhar deitar o açúcar. Voltar a mexer sem parar, tal e qual como se estivessem a fazer arroz doce. Deixar ferver sem agarrar, para que a tapioca coza.

Quando deitar goma e acharem cozida, apaguem o lume e deixem arrefecer um pouco. 
Batam as duas gemas com um pouquinho de leite e vertam na tapioca mas, cuidado não parem de mexer para não cozer as gemas. Voltem a ligar o lume, e sem parar de mexer, deixar cozer mais um pouco, até começar a ferver. 

Depois vertam a tapioca para o recipiente onde vão servir e quando frio, podem queimar tipo leite creme ou polvilhar com canela. Vão ver que vale a pena e que vai surpreender. Vão por mim! 

A tapioca existe em pacotinhos da marca Globo, à venda no Continente, Jumbo ou Pingo Doce.

*bj sem gluten
Deliciem-se...


sábado, outubro 11, 2014

Bases de piza sem gluten

Com metade das calorias? Sem sal e sem gorduras?
Uma massa de piza feita em segundos?
E muito mais em conta para a carteira celiaca?

Simples!

Lembram-se do que escrevi no post anterior? 
Com Tapioca ou polvilho fazem estas belas "pizocas".
Estas foram feitas com polvilho doce. 






Como fazer:

Passo 1:
Coloquem o Vosso polvilho debaixo de água e deixem-no no frigorífico por algum tempo. Vai absorver parte da água, deixando alguma em excesso, que podem deitar fora. 
Retirem o polvilho, agarrado ao recipiente, com a ajuda de uma espátula ou mesmo com as mãos. Para que o deixem menos húmido, envolvam-no num pano e retirem o excesso de agua, apertando o pano.
Ralem os bocados grandes de polvilho até ter um aspecto parecido a farinha de coco, et voilá! A vossa tapioca está pronta a usar. A partir de agora é muito simples. 

Passo 2:
Numa frigideira previamente aquecida, basta espalhar o polvilho ralado e humedecido que rapidamente se coagula transformando-se em crepe. Se quiserem acrescentar uma pitadinha de sal ou pimenta, podem-no fazer.

Passo 3:
Doce ou salgado, em forma de piza ou crepe enrolado, é rechear!
Podem fazê-lo com o que mais gostarem, criando diversos e saborosos pratos capazes de fazer crescer água na boca!


Se preferirem e em vez de fazerem bases para piza, podem fazer verdadeiras sobremesas, tipo crepes recheados com marmelada, por exemplo, uma delicia.
Fica a sugestão!
Bj sem espiga e um ótimo fim de semana.

terça-feira, outubro 07, 2014

Grãos e farinhas sem gluten VI_Tapioca

Este mês, na Newsletter Viva sem glúten - Portugal,  falo de beiju. Sabem o que é? E tapioca?


A tapioca ou beiju trata-se de um alimento com origem indígena e muito apreciado no nordeste brasileiro. É naturalmente livre de glúten, sal e gordura. A tapioca é um produto granulado que se obtém através da transformação da fécula de mandioca em goma.

A sua base feita a partir da mandioca, uma espécie de planta tuberosa natural da América, foi durante muito tempo imprescindível na alimentação indígena. Com a necessidade de começar a cozinha-la no fogo, os colonizadores portugueses descobrem rapidamente que a tapioca seria um ótimo substituto do pão. Esta brilhante descoberta depressa se espalhou pela restante população e pelos povos indígenas. Hoje, a tapioca é um dos símbolos mais tradicionais da cozinha brasileira, sendo cozinhada na frigideira e acabando no prato sob a forma de crepe, doce ou salgado, ou sob a forma de pizza. Já imaginaram comer uma pizza com metade das calorias? Ou um docinho preparado em segundos? Pois é! A tapioca é super versátil, permitindo-nos cozinhar pratos rápidos, pouco calóricos e sem o temível glúten! O facto de ser á base de polvilho e água, torna-a num alimento leve, que tanto pode ser consumido ao pequeno-almoço substituindo o pão a que estamos habituados, ou num lanche doce e até como uma refeição salgada. Claro que também a podemos usar misturada com outras farinhas, num bolo ou num pão sem glúten. As opções são diversas…

Muitos nutricionistas dizem ser um bom “combustível para quem pratica exercício”. Sendo rapidamente absorvida pelo corpo humano após o esforço físico, é uma excelente alternativa às refeições, antes e depois do treino. Logo após o exercício repõe as energias bem depressa!


A tapioca existe no Brasil, já pronta a usar, isto quer dizer que não tem de ser hidratada antes. Explicando melhor, a farinha granulada que se encontra em Portugal, da marca GLOBO, precisa de ser deixada em água algum tempo até que absorva parte dessa água e ganhe a forma “plástica”. Bem, se não encontrar estes pacotinhos, não há problema algum, porque conseguimos faze-la em casa com fécula de mandioca, que pode ser um polvilho doce ou azedo, tanto faz! 

O polvilho é a goma seca que serve para fazer tapioca quando humedecida. O processo é igual! Coloquem o polvilho debaixo de água e deixem-no no frigorífico por algum tempo. Vão perceber que absorveu parte da água, deixando alguma em excesso, que podem deitar fora. O vosso polvilho ficou agarrado ao vosso recipiente? Sim, é isso mesmo! Retirem-no com as mãos e vão esfarelando com os dedos, até obterem um género de farinha de coco. Se não conseguirem passem, pelo passador de rede, os bocadinhos maiores. A vossa tapioca está pronta a usar, a partir de agora é muito simples. Basta espalhá-la numa frigideira aquecida, e rapidamente se coagula transformando-se em crepe. O passo seguinte é rechear ao vosso gosto. Imaginem recheado com banana e canela ou nutela? Ou experimentem um crepe salgado recheado com frango, tomate e mozarela….É só escolher e puxar pela imaginação, ao gosto de cada um! Podem criar diversos e saborosos pratos capazes de fazer crescer água na boca!

Para além desta rubrica a Newsletter deste mês tem muitas outras rubricas que vos podem interessar, não deixem de a ler, no link abaixo, ora espreitem: