terça-feira, setembro 11, 2018

A minha melhor receita



Os mais atentos já repararam, certamente, que não têm existido novas receitas, que o blog anda a meio gás e que tenho recusado todas as encomendas de bolinhos de aniversario sem glúten, verdade? 

A noticia que vos quero dar hoje é que o motivo disto tudo é que temos no forninho a nossa melhor receita de sempre. A nossa mini rapariga está a crescer e claro que não podia deixar de vos dar esta boa noticia que nos deixa tão felizes e emocionados. 
Durante muito tempo lutámos para que conseguíssemos que a nossa felicidade fosse ainda maior. Durante muito tempo sofremos, mas nunca baixámos os braços sempre achámos que iríamos conseguir custasse o que custasse! Até nos dizerem que era impossível, continuámos a nossa luta a dois que agora é a três! Cada dia é uma vitoria, cada dia é somado a todas as semanas, para conseguirmos ficar mais fortes. 
Este não tem sido um processo fácil, o antes e o durante, quase 80% do tempo é em modo descanso por indicação medica! Quem me conhece sabe bem que não paro quieta 1 segundo e de inicio pensei que seria uma tarefa impossível. O que é certo é que a Natureza se encarrega de nos mostrar o que realmente devemos fazer, basta ouvir o nosso corpo e fazer lhe a vontade

Acreditar sempre, arriscar e não deixar que o medo seja mais forte que a coragem, este é o lema para todas vocês, desse lado, que passem pelo mesmo. Infertilidade, abortos consecutivos sem razão, mortes fetais....O mesmo que vos falarei um dia e que hoje ainda é considerado tema tabú. Não devia, talvez eu e ele tivéssemos sofrido de uma forma mais leve com mais testemunhos. São processos longos, dolorosos para o casal e para a família, onde não ha respostas para tantas perguntas formuladas na nossa cabeça...Um dia contarei a minha, a nossa historia. 

Por agora continuamos a meio gás até alcançarmos o maior nr de semanas possíveis. As receitas que por aqui vão aparecendo são das minhas pessoas mais queridas que têm estado ao meu lado, as minhas pessoas luz, os meus trevos de 4 folhas 

quinta-feira, agosto 09, 2018

Granola caseira | sem glúten


Tenho de vos falar desta granola. Não sou lá muito fã de cereais e granolas mas esta deixou-me de boca aberta. Adorei. 
Fazendo em casa é de facto uma mais valia, isto porque podemos sempre adicionar o que mais gostamos, a nível de cereais e de frutos secos, controlamos o açúcar (o que é muito importante) e podemos sempre ir renovando o stock e a preços bem mais em conta.




O que vamos precisar:
2 chávenas de flocos de aveia sem gluten
1 chávena de frutos secos (usei noz, caju, amêndoa e avelã)
2 mãos cheias de passas de uva
1 mão cheia de flocos grandes de coco 
1/2 chávena de mel 
1/4 de chávena de óleo de coco 
1 colher de chá de canela
uma pitada de sal fino

Mãos na massa:
Cortar grosseiramente os frutos secos e misturar tudo num recipiente. Quando bem misturado espalhar a granola por um tabuleiro forrado com papel vegetal, como na imagem de baixo.
Levar a forno pré aquecido por 10-15 minutos a 180ºC, passados 10 minutos vão observando a vossa granola para que não queime. A ideia é que os ingredientes se agreguem e fiquem crocantes/douradinhos, mas sem queimar.


Depois desse tempo no forno é deixar arrefecer e parti-la em pedaços. Armazenar em frasco fechado. 
Podem acompanhar com iogurte e fruta variada. Fica ótima.
 

 Bom apetite
*Bj sem espiga

sexta-feira, agosto 03, 2018

Bolo de ananás, um clássico mas sem gluten


Lembro-me deste bolo desde a infância. Era um clássico das mesas de chá. Feito em forma redonda com ou sem buraco, ficava sempre com um aspecto divinal. Mas querem saber? Nunca lhe ligava muita importância. Até porque acho que já sendo celiaca, sem saber, me protegia sempre do pão, dos bolos e das pizzas....eram coisas que simplesmente dizia que não gostava. Hoje acho que era protecção inconsciente, como ficava mesmo mal disposta quando comia "trigo, cevada, centeio" o melhor mesmo era evita-los, claro sem saber! A natureza tem destas coisas. 

Bom memorias à parte, lembrei-me deste bolo nem sei bem porquê, mas meti na cabeça que seria este o eleito. Fui para a Internet à procura do que me parecia a melhor receita, claro que adaptei à versão sem gluten. A receita eleita foi esta, que copiei deste blog que desde logo gostei, obrigada No conforto da minha cozinha




O que vamos precisar:
5 Ovos
200 gramas de Açúcar (mas podem reduzir para 150)
Meia chávena de Óleo
250 gramas de Farinha (usei Doves Farm Self Raising)
1 colher e meia de chá de Fermento em pó, sem gluten
1 Lata de Ananás em rodelas (usei duas das pequenas, do Lidl)
1 chávena de Calda de Ananás (que vem na lata)
Caramelo q.b.

Mãos na massa:
Separamos as gemas das claras. Batemos as claras em castelo firme. Reservamos. Batemos as gemas com o açúcar até obtermos um creme fofo e esbranquiçado. Adicionamos metade da calda de ananás e o óleo. Misturamos. Adicionamos a farinha com o fermento aos poucos e incorporamos. Envolvemos delicadamente as claras batidas em castelo. 
Barramos uma forma de buraco com caramelo. Dispomos as rodelas de ananás pela forma (ver no vídeo como) e colocamos a massa por cima.
Levamos ao forno a 180ºC (não pré-aquecemos) por 40 a 50 minutos ou até o palito sair limpo. Picamos o bolo com um garfo e regamos com a restante calda.
Passamos uma faca à volta da forma e desenformamos ainda quente. Servimos morno ou frio. 

Bom apetite
*Bj sem espiga




terça-feira, julho 31, 2018

Carcacinhas de pão francês | Sem glúten






Quem me segue sabe que gosto de fazer o meu pão. De ter pão sem gluten feito por mim. Por uma razão muito simples, primeiro porque é fresco, depois porque sei exactamente o que leva na sua confecção. E estes são apenas de fécula de batata e farinha de arroz. 


A receita vi-a na Internet e guardei-a de imediato para a experimentar. Gostei imenso do resultado final. De miolo fofo e branquinho e por fora estaladiças com manteiga MEU DEUS!

O que vamos precisar:
Ingredientes secos:
2 chávenas de farinha de arroz
1/2 chávena de fécula de batata
1 colher de sopa de goma xantana
1 colher de chá de sal

Líquidos: 
1 ovo inteiro 
1/2 chávena de oleo 
1 colher de sopa de mel
1 chávena de agua
10 g de fermento seco


Mãos na massa:
Pré aquecer o forno a 180ºC.

No processador bati todos os ingredientes líquidos. Depois, sempre com a pá misturadora das massas, incorporei os sólidos, Deixei bater até virar uma massa, como na foto. Para quem não tem processador podem usar para os líquidos um liquidificador e para bater a massa uma batedeira (com pás de massa). 

Numa bancada com farinha, moldar um pouco a massa à mão, para que fique moldável. Vão incorporando/polvilhando com farinha de arroz à medida que vão trabalhando a massa. Não precisou muito tempo, ficou rapidamente moldável. 

Dividam a massa em pedaços iguais e moldem como mais gostarem, podem fazer baguetes, bolinhas, carcacinhas ...

Colocar os pãezinhos sobre um tabuleiro revestido com papel vegetal e deixar crescer um pouco até que dobrem de volume.

Antes de os levar ao forno, pincelei com azeite para lhes dar uma cor mais dourada. 

Levar ao forno por aproximadamente 25 a 30 minutos ou até estarem dourados. Vão espreitando. 

E pronto a delicia está pronta! Ainda quentes com manteiga é um luxo.

|A receita foi tirada do Instagram da Sam Cakes 



sábado, julho 21, 2018

Panquecas de farinha de arroz e banana | Sem gluten, sem açúcar e sem gordura

Vamos falar de panquecas? Podia ter aqui no blog uma pasta só de receitas de panquecas, amo panquecas, de preferência rápidas de fazer, boas e bem gordas e vocês?

Estas são de banana e farinha de arroz sem gluten, sem açúcar e sem gorduras adicionadas e fazem as delicias de alguns pequenos almoços cá por casa 





O que vamos precisar:

1/2 banana esmagada

1 ovo
1/2 iogurte natural sem açúcar
1 chávena de farinha de arroz (usei da marca Ceifeira)
3/4 de chávena de leite 
1 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de goma xantana (opcional) 


Mãos na massa:
Esmaguem a banana com a ajuda de um garfo. Adicionem os ovos e o iogurte e batam com o garfo. De seguida adicionem o leite e a farinha (com o fermento e a goma) de modo alternado para irem apurando a consistência da massa. 
A banana e o iogurte que sobraram podem aproveitar para decorar as vossas panquecas.


Bom apetite 

Bj sem espiga

sexta-feira, julho 20, 2018

Pataniscas de atum e curgete

As pataniscas, para quem é celiaco, ficam postas de parte, pois levam farinha de trigo na sua confecção. Mas não precisamos de ficar a pensar nelas durante muito tempo. São muito fáceis de fazer e então sendo de atum ainda ficam mais rápidas de preparar. 

Acompanhadas com um arroz de tomate ou feijão ou simplesmente para levar para um piquenique caiem sempre bem. Uma atrás da outro e marcham todas num instante.

Adicionei courgete pois cá por casa tentamos incorporar sempre um ou mais vegetal ou legume ao prato principal. Mas podem não colocar ou incorporar outro que gostem mais.

Geralmente  o formato das pataniscas é mais achatado, que não foi o caso destas que parece uns sonhos de Natal, mas juro que são mesmo pataniscas ahahaha

Se quiserem espreitar as de bacalhau estão aqui.


O que vamos precisar:
1 lata de atum
1 cebola pequena
3 ovos
meia courgete ou uma se for pequena
50gr farinha + 1 colher de sopa - usei Schar para pão
salsa q.b.
óleo para fritar  
sal q.b.
pimenta q.b.


Mãos na massa:

Picar a cebola bem picadinha, e a courgete também.  
Juntar os ovos, a salsa picada, e a farinha até obter um creme homogéneo.

De seguida e depois de tudo envolvido acrescentar o atum e temperar com sal e pimenta q.b.

Com ajuda de uma colher de sopa, fritar "colheradas" do creme, em óleo bem quente, de ambos os lados, até ficarem douradinhas.

Depois de fritas colocar as pataniscas num prato com papel absorvente para retirar o excesso de gordura.

Bom apetite
*bj sem espiga

segunda-feira, junho 18, 2018

Caracóis feitos e casa | Sem glúten | Sem Knorr


Bom, hoje trago caracóis, um petisco tão apreciado por uns mas tão odiado por outros.  Na verdade um petisco com poucas calorias e muitas proteínas. Verdade! 
Aqui sempre gostámos deste petisco, mas como sou celiaca é sempre arriscado comer em restaurantes, isto porque geralmente são colocados os famosos e detestáveis caldos Knorr na sua confecção.

No Facebook quando postei este pratinho de caracóis feito em casa, pediram-me a receita e como sou uma menina bem mandada vou deixar-vos aqui. Já tenho visto varias formas de fazer caracóis, mas sempre acho que a da minha cunhada é a melhor. Já vão perceber porquê. 

O primeiro "truque" é comprar caracóis não muito sujos nem muito partidos. Antigamente comprava no mercado mas tinha de os lavar imensas vezes até achar que estavam bons (eu sou esquisita, ou ficam mesmo bem lavados ou não dá). Agora costumo comprar na Casa dos Caracóis e não quero outra. Vendem confeccionados e crus ao kg e com vários tamanhos até à famosa caracoleta.

O que vamos precisar:
1 kg de caracóis
1 cabeça de alho com casca (esmagados)
1 malagueta cortada
2 colheres de sopa de sal grosso 
Oregãos a gosto 
1 fio de azeite 
Bacon ou entremeada ou toucinho (uso entremeada 2 a 3 tiras)

Mãos na massa:

Lavar os caracóis em varias aguas. O que faço é lava-los na cuba do lava loiça, vou deitando agua e esgotando, até que ache que estão bem lavados. Depois dessas lavagens ainda encho a cuba de novo, com os caracóis dentro e duas mãos de sal para que limpem mais um pouco. Deixo-os de molho uns 10 minutos e esfrego-os uns nos outros com as mãos. Uma ultima lavagem e estão bons. 

Depois de bem lavados levá-los a cozer, em lume brando, numa panela com agua (até cobri-los) e tapar a panela. Passados 10 a 15 minutos, depois de cozidos, deitem essa agua toda fora e passem-nos por agua quente. Assim ficam bem lavadinhos de certeza. Muita gente não faz este passo, ou seja esta agua é aproveitada para o passo seguinte,  mas nós não a usamos.

Numa outra panela, colocar um fio de azeite, as entremeadas, os alhos esmagados com casca, a malagueta, o sal e os caracóis. Cobrir com água. 
Os oregãos como não gosto de os encontrar, coloco as folhinhas de oregãos naquelas bolinhas furadas do chá e coloco-a lá dentro, mas podem colocar as fohnlinhas directamente na panela que não tem mal. Vão a cozer cerca de 20 a 30 minutos e já está. Assim que apagarem o lume deixem repousar uma meia hora para que fiquem mais apuradinhos, faz diferença. 

Bom apetite
*bj sem espiga

quarta-feira, junho 13, 2018

Bolo mármore no liquidificador | Sem gluten

Este bolo é tão fácil e rápido de fazer que quando aperta  a vontade de um bolinho caseiro da avó é este que sai. Fica fofo, grandinho e guloso - que é o que se quer. É ou não é?
E ainda satisfaz os desejos dos dois, cá de casa, metade com chocolate metade sem!!
Para quem quiser experimentar deixo aqui a receita. 






O que vamos precisar:
4 ovos
1 chávena de leite
1/2 de chávena de óleo (usei de amendoim)
1 e 1/2 chávena de açúcar
2 chávena de farinha sem gluten (usei Doves Farm Self Raising)
1 colher de chá de essência de baunilha ou vagem de baunilha
2 colher de chá de fermento
1 colher de sopa de chocolate (usei chocolate puro à venda no Mercadona, mas podem usar Nesquik)

Mãos na massa:
Pré-aquecer o forno a 200ºC.

No liquidificador juntar todos os líquidos e mexer. De seguida adicionar o açúcar e a essência de baunilha e voltar a mexer. 
Por fim adicionar a farinha e pulsar, pouco tempo somente para misturar e homogeneizar. Por ultimo juntar o fermento e voltar a pulsar, também por pouco tempo.

Verter metade da massa para um recipiente e adicionar o chocolate. Misturar para incorporar todo o chocolate na massa. 

Untar uma uma forma de bolo (com buraco) com margarina e farinha, e verter uma colherada de massa branca e outra de massa de chocolate e assim sucessivamente, isto para fazer o efeito de um bolo mármore. Para a segunda camada em cima da massa branca colocar uma colherada de massa de chocolate, e por cima da massa de chocolate, massa branca. Como na imagem.
Se acharem difícil, podem fazer uma camada branca, por cima uma camada castanha e fechar com uma camada branca. 


Levar ao forno por 30/40 minutos a 200ºC. Façam sempre o teste do palito antes de o tirar do forno (nunca antes de 30 minutos dentro do forno), isto porque os tempos de cozedura dos fornos são muito diferentes uns dos outros.

Bom apetite 
*bj sem espiga

segunda-feira, junho 11, 2018

Papas de aveia cor de rosa | Sem gluten


Já que o calor teima em aparecer, ainda me vão sabendo bem umas papinhas de aveia ao lanche ou ao pequeno almoço.
E estas, para além da cor, ficaram ótimas de sabor e textura.

Fiz assim:
1 medida de flocos de aveia sem gluten (usei um copo pequeno)
2 medidas de leite (o que quiserem)
1/2 medida de água
Uma mão cheia de framboesas 
1 pitada de sal
Mel a gosto (podem não colocar)

Levar ao lume a aveia, o leite, a água e as framboesas. Quando começar a levantar fervura adicionem a pitada de sal e  envolvam bem. Deixem cozinhar mais um pouco (no máximo 10 minutos, não mais), mexendo sempre, até que ganhe a goma típica das papas de aveia. Assim que estejam prontas e se optarem por colocar mel, é a altura certa.
Aqui e antes de servir passei tudo na varinha magica, não totalmente mas para disfarçar os maiores pedaços. Adorei a textura desta forma. Ficou mesmo uma papinha doce e cheia de cor.

Sirvam em taça decorada ao vosso gosto. Eu coloquei amêndoa laminada, coco laminado, mirtilos e framboesas da Widbessy-Drupus. 

Para quem ainda não conhece pode ver aqui. Fazem entregas no trabalho ou em casa. E os preços valem mesmo a pena. 




Bj sem espiga 
Bom apetite

segunda-feira, junho 04, 2018

Arroz de pato sem gluten

Arroz de pato? Adoro! Mas até aqui era sempre a mãe que o fazia até que hoje decidi fazê-lo eu! e não correu nada mal. Ficou muito saboroso, o arroz não ficou solto solto (que não gostamos) mas também não ficou seco ou empapado. 




O que vamos precisar (para 2-3 pessoas):
Metade de um pato com pele
azeite q.b.
sal q.b.
1 + 1/2 cebola
1 alho francês
3 cravinhos 
Meio chouriço caseiro 
Arroz agulha - usei 2 medidas e meia de um copo 
1 gema de ovo 

Mãos na massa:
Vamos começar por cortar ao meio uma cebola, e em fatias grossas o alho francês. Numa panela alta, sobre um fio generoso de azeite coloquem a metade de pato com a pele virada para baixo, juntem os legumes, os cravinhos e temperem com sal. Deixem cozinhar e fritar a pele do pato um pouco. Depois adicionem água, quanto baste para aproveitar e fazer o arroz - Atenção que com a cozedura a água evapora muito, se necessário acrescentem água a meio da cozedura. Nesse momento acrescentem também o chouriço. Não se esqueçam de rectificar o sal.

Quando o pato e o chouriço estiverem cozidos, retirem-nos da agua de cozedura, deixem arrefecer e limpem-no de de peles, gorduras, osso e desfiem-no todo. O chouriço podem cortar umas 4 ou 6 fatias fininhas e o resto em cubinhos. Reservem toda a carne e a água da cozedura também.  

Para o arroz, refoguem metade de uma cebola, bem picadinha, num tacho com um fio de azeite. Assim que esteja dourada adicionem o arroz, para que frite q.b. Aos poucos vão juntando, a água de cozedura do pato, previamente coada, ou coando com um passador à medida que a juntam ao arroz com uma concha. Rectifiquem o sal se necessário.

O arroz fica com uma textura cremosa e são vocês que controlam essa textura à medida que lhes juntam a água. 

Quando o arroz estiver cozido (atenção que não necessita estar muito cozido, pois ainda vai ao forno), num pirex de ir ao forno coloquem uma camada de arroz, por cima o pato e o chouriço em cubinhos bem espalhados ao longo do pirex e por cima outra camada de arroz. Por cima pincelem com uma gema de ovo batida e decorem com as fatias de chouriço.
Levar ao forno só a tostar o ovo.

Bom apetite 
*Bj sem espiga